LED, a lâmpada ecológica do futuro.
Como descartar a lâmpada fluorescente usada, adequadamente e com segurança? Tudo aqui.
Mito. O que gasta mais em uma lâmpada fluorescente, em termos de consumo, é deixá-la ligada. Já que, quando você apaga a luz, não há consumo de energia. E a lâmpada, não irá consumir mais energia do que o normal, se você resolver acendê-la em seguida. E como sua vida útil é grande, é mais econômico desligá-la, mesmo que por pequenos intervalos de tempo.
Agora, no caso de desgaste da lâmpada em si, o que realmente diminui a vida útil dela é ficar ligando e desligando, pois ela tem um circuito de "start" que atinge um pico de corrente, justamente para acender a lâmpada. Isso acontece, em um tempo mínimo, que não compromete o consumo, mas compromete o tempo de vida dos componentes eletrônicos da lâmpada. Ou seja, não é recomendado ligar e desligar a toda hora, por causa do estresse que isso vai causar à lâmpada, mas isto, não tem nada a ver com gasto energético.
E é bom aproveitar e enaltecer, que se a escolha da lâmpada fluorescente for bem feita, enfim, adequada ao ambiente dependendo de seu tamanho e formatos, a economia pode chegar a 75% no final do mês.
A lâmpada fluorescente gasta apenas ¼ da energia que a incandescente consome para gerar a mesma quantidade de luz.
Se você trocar a lâmpada incandescente pela fluorescente, em um mês a economia será de R$ 2,70 por cada lâmpada, considerando que ela fica acesa quatro horas por dia.
É fácil entender o cálculo de consumo: o consumo é a potência (watts) multiplicada pelo tempo que a lâmpada fica ligada.
A incandescente de 60 watts pode ser substituída por uma fluorescente de 15 watts. E a incandescente de 100 watts pela fluorescente de 20 watts.
Normalmente, as lâmpadas fluorescentes são mais caras: custam cerca de R$ 6,90 (preço médio nas principais capitais do Brasil no mês de março de 2012). Já as incandescentes, R$ 2,50. À primeira vista, pode parecer que o gasto na compra do produto é maior. Com o tempo é que a economia será percebida pelo consumidor. Enfim, numa média de três meses, já se recupera o investimento, e os anos seguintes serão de lucro.
Obs: As lâmpadas mais comuns são as de cores brancas e amarelas. Inclusive as fluorescentes têm as duas cores. A escolha da cor não interfere no consumo de energia; tem mais a ver com conforto e sensação de bem estar.
Isto tudo, sem esquecer que o maior beneficiado será o planeta. Com menor gasto energético, menos usinas hidrelétricas (no caso do Brasil atual, em que nossa maior fonte energética é proveniente das águas) precisam ser construídas, e obviamente, menor impacto ambiental e social é gerado. Mas isto não é tudo, a tecnologia nos fornece mais possibilidades de economia energética e proteção ao meio ambiente com a LED; saiba mais abaixo.
- Tipos de lâmpada mais comuns:
-Incandescente: Pode ser usada em ambientes, onde a luz é pouco utilizada. Foi criada há mais de um século, e pouco mudou em relação à tecnologia. Emite muito calor e consume muita energia. Não será mais fabricada a partir de 2016.
-Fluorescente: Atualmente é mais conhecida e indicada para usos residencial e comercial, pois apresentam alta eficiência e baixo custo de energia. São feitas em diversos formatos, principalmente tubular (mais caras, e muito usadas em cozinhas, galpões, ou seja, em ambientes espaçosos) e compacta (podem ser usadas nos mesmos bocais das incandescentes).
-Halógena: Também são lâmpadas incandescentes, mas por terem halogênio (iodo ou bromo) em sua composição, são chamadas de halógenas. São muito usadas na decoração para destacar objetos ou iluminar uma determinada área. A dicróica, por exemplo, é uma lâmpada halógena. Por ser incandescente tem alto consumo de energia.
-LED: É a tecnologia que tende a dominar no futuro, por ser mais eficiente do que as demais. Converte energia elétrica diretamente em energia luminosa, por meio de pequenos chips. É ecologicamente correta, pois seu consumo de energia é baixo, e apresenta uma vida extremamente longa. Como ainda não é produzida em larga escala, custa mais. Ainda este ano, o Brasil terá a primeira fábrica de LED da América Latina, propriedade da Philips, e talvez os preços venham diminuir um pouco. No longo prazo, o LED deverá ser a tecnologia padrão de iluminação, inclusive residencial, o que aumentará a competitividade, com novas indústrias nacionais, e conseqüentemente, a compra se tornará mais acessível.
Para entender melhor LED: Sigla em inglês (Light Emitting Diode) para diodos emissores de luz. A iluminação com LED é considerada a tecnologia mais avançada da indústria por dois motivos: a economia e a eficiência luminosa chegam a 50 mil horas (de 20 mil a 50 mil) de duração e consome até 90% menos energia que as demais.
E na decoração e beleza do lar, não deixa nada a desejar, a tecnologia do LED possibilita a variação da intensidade luminosa e de cor.
Apesar de todos os benefícios, a tecnologia tem um contratempo: aquece demais. O problema do LED é que a eficiência é comprometida com o aquecimento. Mas segundo especialistas, a tecnologia ainda pode ser aprimorada, e este problema tende a ser sanado, além de outros menores, como o brilho, por exemplo.
A sustentabilidade vem sendo tomada como premissa para o desenvolvimento de projetos que se adéqüem a uma das principais necessidades humanas: o cuidado com o meio ambiente. A tecnologia LED não utiliza em sua construção metais pesados como mercúrio, chumbo, cádmio, nem substâncias nocivas como o fósforo, muito comuns nas lâmpadas fluorescentes e lâmpadas de descarga. Não é à toa que vem sendo chamada de "a lâmpada definitiva".
Cuidados no manuseio e uso das lâmpadas fluorescentes:
O consumidor também precisa ter cuidados no manuseio e uso das lâmpadas fluorescentes, especialmente se houver quebra de uma delas, o que libera o mercúrio no ar. Confira a seguir os procedimento recomendados pela “ABilumi” (Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação) nessa circunstância.
-Não usar equipamento de aspiração para a limpeza;
-Logo após o acidente, abrir todas as portas e janelas do ambiente, aumentando a ventilação;
-Ausentar-se do local por, no mínimo, 15 minutos;
-Após 15 minutos, colete os cacos de vidro e coloque-os em saco plástico. Procure utilizar luvas e avental para evitar contato do material recolhido com a pele;
-Com a ajuda de um papel umedecido, colete os pequenos resíduos que ainda restarem;
-Coloque o papel dentro de um saco plástico e feche-o;
-Coloque todo o material dentro de um segundo saco plástico. Assim que possível lacre o saco plástico evitando a contínua evaporação do mercúrio liberado;
-Logo após o procedimento, lave as mãos com água corrente e sabão.
Descarte da lâmpadas fluorescentes
A questão do descarte da lâmpada fluorescente deve ser visto com extremo cuidado, pois em seu interior há mercúrio – substância poluente. E é de se esperar, que o descarte adequado do produto pós-consumo, seja alvo de total atenção por parte dos importadores e do poder público. Não jogue fora a lâmpada junto ao lixo comum e também do lixo reciclado, pois há o perigo da lâmpada se partir, e com isto oferece risco de contaminação de mercúrio, para os nossos funcionários de resíduos ambientais (como gosto de chamar os coletadores de resíduos). O ideal é separar as lâmpadas fluorescentes usadas, e enviá-las às empresas especializadas, que se encarregarão de dar um destino correto, e sem perigo para o meio ambiente.
Empresas que oferecem serviços de reciclagem de lâmpadas no Brasil
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São Paulo |
REGIÃO SUL |
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ApliquimContatos: Norberto Gaviolle / Fernando / Elimara |
Brasil RecicleContatos: Márcia Rosário Goll – Comercial / Márcio Adilson Goulart – Diretor |
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São Paulo |
Rio de Janeiro |
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Minas Gerais: -HG Descontaminação |
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Rodrigues & Almeida Moagem de Vidros
(19) 9649-6867
Tramppo
(11) 3039-8382
www.tramppo.com.br
Naturalis Brasil
(11) 4496-6323 e 4591-3093
www.naturalisbrasil.com.br
Santa Catarina:
-Brasil Recicle
(47) 3333-5055
www.brasilrecicle.com.br
No Paraná:
-Bulbox
(41) 3357-0778
www.bulbox.com.br
Mega Reciclagem
(41) 3268-6030 e 3268-6031
www.megareciclagem.com.br
Rio Grande do Sul:
-Sílex
(51) 3421-3300 e 3484-5059
www.silex.com.br
JAQUELINE LOUIZE
RJ, 03 de Abril de 2012








